Madeira

Canhas verde fanal
Canhas Caldeirão Verde - paraíso Fanal

Fazer uma pausa num país em crise voando num paraíso além de relaxante é um bálsamo. O voo na Madeira é esse tratamento ao qual um grupo de felizardos abouas teve acesso.
Se já é considerada uma pérola do Atlântico em toda a substância, também o é no voo livre.
O David e o Jorge, abouas da força especial, chegaram no dia 29 de Setembro para fazer o reconhecimento, guiados pelo Alberto, um madeirense amigo,  voaram desde a descolagem do Hartmut fazendo permanência em termo dinâmico com aterragem na praia da Madalena. No dia seguinte, estes dois operacionais, além de fazerem a volta à ilha da praxe, voaram de novo, no final do dia, desde a descolagem do alemão.
No dia 1 de Outubro chegou o grosso das forças com uma recepção no aeroporto digna das melhores estrelas só não havendo autógrafos por falta de esferográfica e papel.
Os pilotos abouas foram enquadrados pelos guias indígenas, gentilmente cedidos pela secção de parapente do clube Ludens, Renato e Susana, seguindo para a descolagem do Rochão. Voaram aterrando na praia da Madalena. Dali foram para a descolagem de Canhas onde voaram toda a tarde em termodinâmico com uma paisagem de suster a respiração, salientando-se o voo da Claudia.
No dia 2 de Outubro, foi a vez de os pilotos voarem na falésia do Funchal, realçando-se, entre outros, o voo do Jorge Barbosa. Agora, também com o apoio do grande amigo Jaime Besugo, desta vez, o objectivo foi o Chão da Lagoa só não se realizando o voo sobre o Funchal porque, no entender da “comissão ad-hoc indígena”, não estavam reunidas as condições de segurança e, quando assim é, não há nada a dizer. Dali o grupo evoluiu para a descolagem do Rochão onde voaram vários pilotos.
No dia 3 de Outubro face à notícia de más condições meteo, o grupo, também com o apoio do Paulo Branco passeou numa levada de 6,5 Km (total de 13 Kms) ao caldeirão verde. Valeu a pena, é deslumbrante com um excelente prémio final, o Fermin entrou numa espécie de transe... Após a mesma, em contra relógio, o Renato levou-nos ao Chão da Lagoa, objectivo, efectuar o famoso voo sobre o Funchal, procedeu-se ao aviso da praxe da torre de controle do aeroporto, os pilotos descolaram e sobrevoaram os 7 km por cima da bonita cidade do Funchal, aterragem na Marina – qualquer coisa extraordinária. Como sempre no final do dia o debriefing, desta vez no So-Espeto em Câmara de Lobos.
O David e o Jorge Barbosa regressaram no dia 3 mas, não era uma despedida, antes um “até já” porque voltam de certeza.
No dia 4 fomos ao Fanal e, se o voo sobre o Funchal é qualquer coisa, este não lhe fica atrás. Estávamos convidados para, à noite, participar numa festa na descolagem do Hartmut, onde encontramos muita malta amiga, mas o avião, dali a poucas horas, já não deixava muito espaço para folias. Foi uma pena essa contingência!
A madeira é um paraíso do voo livre, um grande OBRIGADO aos Ranato e Susana dois companheiros do voo da competição e da diversão, ao clube Ludens pelo apoio logístico, ao Paulo Branco, Jaime Besugo, Hartmut e, a todos os outros companheiros, pelo apoio e hospitalidade, sem esquecer o Alberto um amigo de sempre. No domingo parecia um encontro.

Desde esta aldeia habitada por irredutíveis abouas no norte do país que resistiu e resistirá sempre …


ATÉ BREVE


Ver fotos:

1 de Outubro»»»

2 de Outubro »»»

3 de Outubro »»»

4 de Outubro »»»

Full Review William Hill www.wbetting.co.uk